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Ciencias Psicológicas

versión impresa ISSN 1688-4094versión On-line ISSN 1688-4221

Cienc. Psicol. vol.13 no.1 Montevideo jun. 2019

http://dx.doi.org/10.22235/cp.v13i1.1818 

Comunicações

Rotinas de famílias de idosos ribeirinhos amazônicos e reestruturações de papéis na velhice

Rutinas de familias de ancianos ribereños amazónicos y reestructuración del papeles en la vejez

Rodolfo Gomes do Nascimento1 
http://orcid.org/0000-0002-4619-5646

Ronald de Oliveira Cardoso1 
http://orcid.org/0000-0001-5938-4676

Zeneide Nazaré Lima dos Santos1 
http://orcid.org/0000-0002-9185-5252

Denise da Silva Pinto1 
http://orcid.org/0000-0003-4940-8114

Celina Maria Colino Magalhães1 
http://orcid.org/0000-0002-1279-179X

1Universidade Federal do Pará. Brasil rodgn@hotmail.com, ronald.cardoso01@hotmail.com, zeneidelima_to@yahoo.com.br, denisefisio23@yahoo.com.br, celinaufpa@gmail.com Correspondência: Rodolfo Gomes do Nascimento, Rua Augusto Corrêa, 01, Campus Universitário do Guamá, Belém, PA. 66.075-110.

Resumo:

Com base no escopo da Psicologia do Desenvolvimento, este estudo objetivou analisar a percepção da rotina de famílias de idosos que vivem em comunidades ribeirinhas da Amazônia. Utilizando-se de três instrumentos metodológicos, foram investigadas cinco famílias de idosos residentes das ilhas fluviais do município de Cametá, Pará, Brasil. Os resultados revelaram que nesta fase do ciclo de vida, as atividades realizadas pelos idosos na comunidade e nos domicílios sofrem importantes alterações quando comparadas às outras fases de vida. O destaque maior foi referente ao cessar das atividades de subsistência econômica e a reestruturação de papéis observado principalmente na rotina dos homens idosos ribeirinhos, o que redireciona maior parte das suas atividades para o ambiente domiciliar junto às esposas

Palavras-chave: rotinas familiares; casais de idosos; comunidades ribeirinhas; Amazônia; psicologia transcultural

Envelhecimento, rotina familiar e contexto ribeirinho

O processo de envelhecimento e sua consequência natural, a velhice, implicam em uma série de modificações nos aspectos físicos, psíquicos e sociais do ser humano. De modo geral, considera-se um idoso saudável aquele que, consegue desempenhar seus papéis e funções do dia a dia de maneira autônoma e independente, incluindo desde atividades mais básicas, até as mais avançadas dentro do contexto familiar e/ou sociais (Rodrigues, Watanabe & Derntl, 2006; Moraes, 2012).

É nesse contexto que consideramos inquestionável a importância da família na última fase do ciclo de vida. Ainda por cima se considerarmos que com as transformações do mundo contemporâneo surgiram novas formas familiares, o que tem impulsionado um crescente interesse científico. Analisando o idoso no arranjo familiar, este pode compor uma “família com idosos”, onde o idoso mora na condição de parente do chefe (pais, sogros e tios do chefe), ou em uma “família de idosos”, onde o idoso é chefe ou cônjuge. Esta última, segundo Camarano e El Ghaouri (2003), tem aumentado em proporções expressivas no Brasil, uma tendência que reflete um cenário de idosos mais ativos e com menor dependência funcional.

Essa mudança mais recente na estrutura familiar e o aumento da expectativa de vida influenciam a experiência de envelhecimento. Para Marques e Sousa (2012), o investimento de atividades no cotidiano por idosos é marcado por algumas características, tais como, reestruturação de papéis e retorno ao modelo de díade conjugal, o que pode influenciar na reorganização de tarefas e atribuições na vida de cada cônjuge e familiares.

Essas temáticas têm sido objeto de investigação de pesquisadores e seus achados têm permitido não apenas estabele cer definições básicas na área de família, mas também tem ratificado o impacto da rotina na organização familiar (Haugland, 2005). Apesar da reconhecida importância de se investigar as rotinas nos estudos de desenvolvimento humano, no Brasil ainda é evidente a escassez de trabalhos que abordam de modo claro as atividades rotineiras de famílias de idosos, particularmente não urbanos, como aqueles que vivem em comunidades ribeirinhas amazônicas.

O modo de vida, o mundo do trabalho e as relações sociais nessas regiões isoladas dos centros urbanos é essencialmente regido pela natureza e pela cultura, passando a regular os horários, as atividades e consequentemente os comportamentos dos moradores. Além disso, a separação física entre as casas, o terreno alagado e as pontes instáveis dificultam o acesso às casas vizinhas e parecem favorecer relações com maior intensidade, riqueza de atividades e constância no próprio interior dos domicílios, o que torna a família no mundo ribeirinho um importante valor partilhado socialmente (Scherer, 2004; Silva et al., 2011).

À perspectiva da Psicologia do Desenvolvimento e da psicologia transcultural, foi realizado um estudo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP/NMT/UFPA), segundo o parecer de n° 926.744/2014, com a proposta de analisar as rotinas de famílias de idosos que vivem em comunidades ribeirinhas da Amazônia, descrevendo, de modo inédito, as particularidades das atividades relacionadas ao domicilio, à subsistência e à comunidade neste contexto sociocultural.

Metodologia

Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com delineamento descritivo-observacional, realizada na região das ilhas de Cametá, Pará, Brasil. Esse município representa tradicionalmente a Amazônia ribeirinha, pois o curso do seu território é formado por cerca de 90 ilhas fluviais.

A amostra por conveniência do estudo foi constituída de cinco famílias de idosos nativos das comunidades ribeirinhas, todas chefiadas por casais em que ambos eram tinham idade igual ou superior a 60 anos, que tinham união estável, que compartilhavam o mesmo domicílio por pelo menos 20 anos e que moravam em comunidades ribeirinhas isoladas, distantes dos centros urbanos.

Com o intuito de garantir maior aprofundamento da temática foram utilizados três instrumentos: Inventário Sociodemográfico, utilizado para a caracterização da amostra; diário de campo, para fins de descrição das experiências e todas as demais informações complementares, elaborado de acordo com os norteamentos de Afonso et al. (2015); e Questionário de Rotina de Família de Idosos (QRFI), desenvolvido com base nos trabalhos de Silva et al., (2010), e adaptado para esse estudo.

A análise dos resultados obtidos foi realizada no software Epi-Info® 6.04 e para facilitar uma melhor visualização e discussão dos dados referentes ao QRFI foram criados Diagramas de Atividades Familiares (DAF) no software “Smart Draw Suit Edition Version 7.0”.

Resultados

Inicialmente, os pesquisadores iniciaram a construção de conhecimento a partir dos pressupostos da psicologia transcultural, adequando a forma de mensuração e interpretação do QRFI à natureza do grupo alvo, garantindo validade e a fidedignidade do estudo (Valsiner, 2016; Joly, Bustamante & Oliveira, 2015). O processo de adaptação considerou uma ampla e sistemática revisão bibliográfica, o cotejamento dos dados registrados no diário de campo sobre o contexto dos idosos ribeirinhos, bem como a avaliação de equivalência teórico-conceitual e de itens. Dessa forma, foi possível categorizar doze itens que representam as principais atividades realizadas no interior das famílias e na comunidade: Alimentação (A), Dormir/Acordar (DA), Cochilo Diurno (CD), Cuidados Pessoais (CP), Tarefa doméstica (TD), Subsistência Alimentar (SA), Assistir televisão (AT), Ouvir Rádio (OR), Cuidar dos Netos (CN), Visitar Parentes (VP), Atividade Programada (AP), e Prática Religiosa (PR).

Com relação à caracterização da amostra, a totalidade era natural da região, inclusive com casamento dentro da própria comunidade. Tinham média de idade de 70,7 anos. Além disso, todos tinham baixa escolaridade, baixa renda e alguma prática religiosa. O arranjo familiar era diversificado, porém com predomínio de convivência em seu próprio domicílio com cônjuges, filhos e netos.

Ao considerarmos a composição das famílias desses idosos podemos inferir que todas eram pouco numerosas, aproximando-se do modelo conhecido como “ninhos vazios” (ver Figura 1). Este fato é importante e reflete diretamente nas demandas de trabalho domiciliar, visto que sendo poucos os membros familiares, menos serviços domésticos necessitarão ser realizados. Além disso, geralmente não há diversi dade de alimentos a serem preparados e a casa não demanda grandes cuidados.

Figura 1: Diagrama de atividades rotineiras dos casais de idosos ribeirinhos durante os dias de semana e fins de semana. a) família Bo/Ba, b) família Fr/Ma, c) família Mu/Mc, d) família Lo/Am, e) família Pe/Mp. 

Como a análise se refere à descrição das rotinas envolvendo cinco núcleos familiares chefiados por casais de idosos, apresentaremos as similaridades mais marcantes no que tange as atividades empreendidas pelos idosos sozinhos, as que envolvem parceria com o (a) cônjuge, as realizadas em conjunto nos momentos de encontro familiar e as que envolvem outros membros da família ou da comunidade (filhos, netos, genros, noras, vizinhos etc.). Todas as dinâmicas envolvendo a descrição dos subsistemas intrafamiliares envolvidos no desempenho das atividades podem ser visualizadas na Figura 1, que apresenta os DAF das cinco famílias de idosos ribeirinhos do estudo.

Com base na perspectiva multimetodológica utilizada, verificamos que nesta fase do ciclo de vida as atividades realizadas nos domicílios e na comunidade sofrem importantes alterações quando comparadas às outras fases de vida.

Em relação às atividades empreendidas pelas idosas, uma das similaridades observadas em todas as famílias foi o fato de estarem frequentemente relacionadas ao espaço interno da casa, tal como preparar refeição, lavar louças, roupas, limpar e arrumar a casa, etc. (TD internas). Cabe ressaltar que quando a família dos idosos é composta também por netas, como no caso das famílias Bo/Ba (a) e Pe/Mp (e), elas assumem um papel de auxílio e corresponsabilidade com as tarefas. Nesse contexto, percebe-se que elas ficam sempre no entorno do casal de idosos (CN), especialmente das avós.

Apesar de algumas idosas relatarem a prática de atividades relacionadas à subsistência ao longo da vida, estas fazem parte nitidamente do cotidiano masculino. A análise das atividades dos homens mostrou que sua rotina se modifica bruscamente, sobretudo em função do encerramento desse trabalho e aposentadoria rural e por ficar maior parte do dia em casa. Desse modo, o idoso passa a realizar tarefas domésticas, assim como sua esposa. Destaca-se o fato de o homem, na maioria dos casais analisados, ser responsável pelas atividades relacionadas ao ambiente externo ao domicílio (TD externas), que de certa forma ainda demandam maior esforço físico. São exemplos dessas atividades: capinar, tirar o mato, preparar a lenha, etc. Além disso, ainda são frequentes as atividades de SA entre eles (podar açaizeiros, criação de animais, etc.), o que agrega uma renda extra para a família em determinadas épocas do ano.

Vale ressaltar que na maior parte do tempo durante a semana os idosos compartilham mais intensamente os espaços domiciliares, dessa forma, as tarefas domésticas (internas/externas) são frequentemente partilhadas com todos os componentes da família. Por esses motivos, percebemos que existe efetivamente um contato constante entre os mesmos, o que fortalece os vínculos afetivos e a corresponsabilidade pelo cuidado mútuo. A exemplo disso, no momento das principais refeições (café, almoço e jantar) reúnem costumeiramente todos os membros da família (A).

Outra forte característica da rotina desses casais de idosos foi observada no período da tarde em todas cinco as famílias investigadas. Diariamente, o período após o almoço é utilizado para o descanso (CD), o que na linguagem da região é conhecido como “tirar a sesta”, uma cultura mais arraigada na velhice e profundamente enraizada como hábito de vida.

Ainda durante as tardes, nota-se o momento diário mais enfático de comunicação com a comunidade, onde quase todos os casais de idosos realizam visitas aos parentes mais próximos e amigos vizinhos ou por meio do deslocamento a pé pelas pontes de madeira ou de barco (VP). Nesses momentos evidenciou-se muito bem a construção de atividades de lazer e ocupação do tempo livre. A maioria deles relatou gostar da companhia de outras pessoas para conversar e compartilhar situações do dia a dia.

As atividades empreendidas durante o período noturno voltam-se para o ambiente domiciliar, onde após o jantar, o casal de idosos dispõe de outra importante atividade de lazer - assistir televisão (AT), reunindo-se no amplo salão da casa para assistir os capítulos das novelas e as notícias dos jornais, finalizando assim a rotina diária da família já devidamente instalados em redes separadas, porém no mesmo ambiente de repouso onde todos dormem (DA). Comparado ao contexto urbano as noites nessas comunidades são relativamente mais curtas, portanto, o costume tradicional de dormir e acordar cedo ainda pareceu mantido nessa fase de vida.

A respeito dos fins de semana, todos os casais relataram que o padrão das atividades pouco se altera. Aos sábados, a única atividade diferenciada inferida por eles foi a de fazer compras (AP). Para isso, deslocam-se de “rabeta”1 até uma localidade urbana próxima para comprar os mantimentos necessários para a família. Já aos domingos, a maioria dos idosos investigados amplia o contato social através da prática religiosa. Deslocam-se até as igrejas católicas próximas à residência para participar dos cultos (PR), onde encontram outros familiares, amigos e vizinhos que também residem na região.

Discussão

Na perspectiva de algumas comunidades rurais, assim como as ribeirinhas, é muito forte a cultura de constituição de novas famílias com membros da própria comunidade (Missio & Portella, 2003). Portanto, devemos destacar que o entendimento de “ninhos vazios” no contexto ribeirinho se amplia para considerar não apenas os casais de idosos sem filhos, mas também os idosos que, nessa fase da vida, estão em tal condição, embora em outras fases do ciclo da vida da família compartilhassem espaço doméstico com os filhos, até sua saída de casa para constituírem novas famílias. Apesar disso, cabe ainda destacar que a disposição contextual propicia um suporte familiar importante e funcional.

Em relação às reestruturações dos papéis percebidas na fase da velhice, cabe-nos antes ponderar a importância do trabalho de subsistência econômica e alimentar na modificação da rotina desses indivíduos. Durante praticamente todo o ciclo de vida o cotidiano do ribeirinho amazônico é regido pela necessidade de sobrevivência nesse contexto ambiental. Para tanto, as atividades destinadas ao trabalho são garantidas e condicionadas pelas práticas, costumes, valores, crenças e conhecimentos tradicionais que esse povo historicamente construiu na várzea amazônica.

Outro importante achado diz respeito às reestruturações de papéis na velhice e as diferenciações entre gêneros na velhice. Os dados alcançados complementam os registros de Baia (2006) e Silva (2006) sobre a fase adulta, as quais apontaram que a organização das famílias ribeirinhas lembra os padrões tradicionais, com uma divisão clara de atividades entre os gêneros.

Nesse estudo, frente ao contexto explicitado anteriormente, vimos que na velhice essa divisão apesar de atenuada, ainda se faz presente de maneira semelhante. Centrados no espaço domiciliar, os idosos reestruturam suas atividades e consequentemente suas rotinas, considerando as habilidades e experiências adquiridas ao longo da vida. Portanto, as mulheres investem mais em atividades domésticas no interior do domicílio e maior parte das atividades que o homem idoso desempenha está ligada ao ambiente externo do domicílio, ligadas ao cuidado com a mata, com os animais e com o rio.

Paralelo à vida conjugal intradomiciliar nesse contexto deve-se ainda destacar que na velhice, assim como em outras fases da vida, as redes de relações sociais, representadas pelas práticas religiosas, mas principalmente, os momentos de conversas durante visitas diárias à vizinhança, são importantes fontes protetoras da cultura local e mantenedoras de saúde e tornam-se ainda mais eficientes quando realizadas em paralelo com as redes de apoio familiar (Bertuzzi, Paskulin & Morais, 2012; Morais, Rodrigues, & Gerhardt, 2008).

Considerações finais

Partindo do pressuposto que essa temática ainda é pouco conhecida no cenário científico, a análise construída neste estudo apresentou importantes contribuições sobre a rotina de idosos no contexto ribeirinho amazônico. De modo geral, a velhice comporta um conjunto de reestruturações de papéis marcados, principalmente, pela libertação das responsabilidades do trabalho de subsistência econômica e pela saída física dos filhos do núcleo familiar, mantendo-se um forte padrão tradicional de gênero ainda na fase da velhice.

Os resultados evidenciaram ainda que, apesar dessa etapa de vida ser marcada pela redução do ritmo de atividades centralizadas no trabalho, os idosos mantém-se suficientemente ativos, com habilidades e capacidades preservadas no desempenho de suas funções cotidianas, o que revela, de certa forma, a preservação da funcionalidade, seja em ambientes domiciliares e/ou sociais, apontando para um envelhecimento nitidamente participativo.

Por último, conclui-se que essa temática é notoriamente relevante e precisa ser aprofundado, inclusive por outras perspectivas de análise. Entende-se que no atual contexto de envelhecimento populacional é também imprescindível estudar esse fenômeno em contextos rurais tradicionais.

Referências:

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1Tipo de barcos com motor e hélice traseira usados em rios de pouca profundidade.

Nota: Participação dos autores: a) Planejamento e concepção do trabalho; b) Coleta de dados; c) Análise e interpretação de dados; d) Redação do manuscrito; e) Revisão crítica do manuscrito. R.G.N. contribuiu em a,b,c,d; R.O.C. em b,d, Z.N.L.S. em b,d; D.S.P em c, e; C.M.C.M em c, d, e.

Nota: Como citar esta comunicação: Nascimento, R. G., Cardoso, R. D., Santos, N. L., Pinto, D. D., & Magalhães, C. C. (2019). Rotinas de famílias de idosos ribeirinhos amazônicos e reestruturações de papéis na velhice.Ciencias Psicológicas,13(1), 164-170. Doi: https://doi.org/10.22235/cp.v13i1.1818

Recebido: 05 de Fevereiro de 2018; Revisado: 02 de Novembro de 2018; Aceito: 20 de Dezembro de 2018

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