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Agrociencia Uruguay

versión On-line ISSN 2730-5066

Resumen

MORALES-PINEYRUA, J. T.; SANT’ANNA, A. C.  y  DAMIAN, J. P.. Temperamento de vacas Holandesas Neozelandesas e Norte-americanas mantidas sob duas diferentes estratégias alimentares. Agrocienc. Urug. [online]. 2025, vol.29, e1467.  Epub 01-Dic-2025. ISSN 2730-5066.  https://doi.org/10.31285/agro.29.1467.

A genética é um fator que influencia o temperamento dos animais. O objetivo deste trabalho foi comparar vacas holandesas de linhagens neozelandesas (NZ) e norte-americanas (NA) quanto à reatividade avaliada por meio de três testes de temperamento. Foram avaliadas 120 vacas da Unidade Experimental do Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria (INIA, Uruguai) de 4 grupos genéticos: NZ ou NA, mantidas sob duas estratégias alimentares: pastejo máximo ou pastejo fixo. A reatividade na ordenha (RO), a velocidade de fuga e a distância de fuga (DF) foram avaliadas em dois períodos (107,5 ± 30,3 e 173,8 ± 32,1 dias de lactação). A média das repetições por animal foi utilizada como variável dependente em modelos lineares gerais que incluíram a genética (NZ ou NA), ordem do parto (primíparas ou multíparas), estratégia alimentar (pastejo máximo ou pastejo fixo), e suas interações como efeitos fixos. Houve interação entre grupo genético e ordem do parto para RO. As diferenças entre vacas NZ e NA foram observadas apenas em multíparas, sendo que vacas NZ apresentaram valores maiores (2,93 ± 1,18) que as vacas NA (2,00 ± 0,90) (P=0,0004). As vacas NZ tiveram maior DF (4,2 ± 1,3 m) que as vacas NA (3,7 ± 1,1 m, P=0,03). A estratégia alimentar não teve efeito nas respostas dos testes. Conclui-se que a origem genética influenciou a reatividade nos testes de temperamento de RO e DF. As vacas NZ foram mais reativas ao homem e à ordenha do que as vacas NA, porém as diferenças na reatividade à ordenha foram observadas apenas em vacas multíparas.

Palabras clave : biotipo; bovino; leite; personalidade.

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