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Anales de Investigación en Arquitectura

versão impressa ISSN 2301-1505versão On-line ISSN 2301-1513

Resumo

MORAGA LACOSTE, Juan Luis  e  CANETE ISLAS, Omar. Da Ontologia Estética da Arte Moderna em Oteiza à Dissolução Pós-Moderna: Re-visões a Partir de uma Entrevista Documental com o Artista Catalão. An. Investig. Arquit. [online]. 2025, vol.15, n.1, e207.  Epub 01-Jun-2025. ISSN 2301-1505.  https://doi.org/10.18861/ania.2025.15.1.4045.

O manuscrito tem como objetivo analisar, a partir da reflexão de uma entrevista concedida pelo destacado escultor espanhol do século XX, Jorge Oteiza, no contexto da Bienal de Veneza de 1988. Sustenta-se que, sintetizadas nessas obras de arte, estão: a Modernidade e a Pós-modernidade. Nessa entrevista, será evidenciado o desacordo que Oteiza manifesta em relação à chamada arte pós-moderna, refletido em expositores da mesma bienal, como a arte povera ou a obra de Mario Merz.Mas quais são as características básicas das obras contrastantes que nos fazem pensar nessas épocas? A exasperação de Oteiza é a expressão do inevitável? E o que torna tal mudança inevitável? No ethos de cada período histórico, a arte também reflete a imanência do projeto de cidade. Uma cidade moderna se lê como uma obra de Oteiza. As grandes e extensas cidades contemporâneas se leem como obras de “Arte Povera”, especialmente em algumas obras de Mario Merz, que o próprio Oteiza se encarrega de criticar, acusando-o de querer adormecer o homem, em vez de construí-lo ou despertá-lo, como buscavam as vanguardas formalistas-construtivistas da arte moderna ou, explorando seus conteúdos inconscientes, procurar um novo horizonte a partir do qual despertá-lo de seu estado de latência. Na nossa realidade urbanizada e expandida da zona central do Chile, a cidade moderna se diluiu e aparecem, assim como na “Arte Povera”, agrupamentos fragmentados de resíduos, entre os quais o próprio homem é um deles

Palavras-chave : Modernismo; pós-modernismo; arte moderna; ser estético; construção do vazio; gestos formais; dissolução.

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