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Revista Médica del Uruguay

versión impresa ISSN 0303-3295versión On-line ISSN 1688-0390

Resumen

CUBAS, Santiago et al. SIRS como predictor de severidad en la pancreatitis aguda. Rev. Méd. Urug. [online]. 2017, vol.33, n.3, pp.26-37. ISSN 0303-3295.  http://dx.doi.org/10.29193/rmu.33.3.2.

Introdução:

durante muitos anos se há utilizado distintos escores clínicos, de exames complementares e de imagenologia para predizer a morbimortalidade na pancreatite aguda. Esses escores mostraram ser úteis de diferentes maneiras, porém seu uso na prática clínica habitual está limitado pela complexidade dos mesmos.

Objetivo:

estabelecer a relação da Síndrome de Resposta Inflamatória Sistémica (SIRS) e sua duração com a mortalidade e o aparecimento de complicações.

Material e método:

realizou-se um estudo multicêntrico, analítico e observacional de todos os pacientes com pancreatite aguda (96 pacientes) diagnosticados no período maio de 2015 a maio de 2016 no Hospital Central de las Fuerzas Armadas (43,8%), no Hospital de Clínicas (30,3%), e no Hospital Español (21,9%).

Resultados:

67% das pancreatites agudas eram leves, 25% moderadas e 8% graves. 42% apresentaram SIRS no momento do diagnóstico e 15% durante mais de 48 horas. O SIRS mais prolongado estava significativamente associado com a existência de necrose pancreática, falha orgânica persistente, necessidade de cuidados intensivos, presença de complicações loco-regionais, maior número de tomografias, gravidade da pancreatite aguda e mortalidade. A mortalidade em pacientes com SIRS transitório foi nula e com SIRS mais prolongado foi de 27%.

Conclusão:

o SIRS durante mais de 48 horas está associado significativamente a todos os marcadores de gravidade. Sua ausência ou presença por menos de 48 horas não está associada a mortalidade e as complicações loco-regionais são menores.

Palabras clave : Pancreatite aguda; Síndrome de resposta inflamatória sistémica.

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