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Revista Médica del Uruguay

versión On-line ISSN 1688-0390

Resumen

RODRIGUEZ ALMADA, Hugo et al. Calidad del registro en el certificado de defunción en un hospital público de referencia. Montevideo, Uruguay, octubre-noviembre 2009. Rev. Méd. Urug. [online]. 2010, vol.26, n.4, pp.216-223. ISSN 1688-0390.

Resumo Introdução: o atestado de óbito é o principal instrumento do sistema de informação de mortalidade. Sua eficiência depende do registro correto da informação. Objetivos: conhecer a qualidade da informação registrada no atestado de óbito no Hospital Maciel (outubro e novembro de 2009), detectar pontos fracos no registro; quantificar os erros e determinar a possibilidade de correção ou não; conhecer a adequação do registro as normas vigentes. Material e método: estudo observacional descritivo retrospectivo comparativo, baseado na auditoria dos atestados de óbito e sua correlação com o prontuário do paciente. Cada caso foi analisado por um comitê interdisciplinar e classificado em uma das três categorias definidas: I. Registro correto e completo; II. Registro parcialmente correto ou completo, ou ambos; III. Registro incorreto. Resultados: dos 154 pacientes do Hospital Maciel, 92% (n=142) dos atestados de óbito foram emitidos por médicos do hospital. Dos 12 cadáveres derivados à Morgue Judicial em nove casos a decisão foi justificada (75%). Dezoito casos (12,87%) foram classificados na categoria I; 76 (53,53%) na categoria II, e 41 (28,73%) na categoria III. A maioria dos procedimentos cirúrgicos (69,53%) vinculados ao processo que levou á morte não foram registrados. Discussão: os erros detectados também foram registrados na bibliografia internacional. É significativo que apenas 12,87% das causas de morte fossem corretas, que 53,52% incorretas ou incompletas (poder-se-ia fazer uma correção com a reclassificação) e que em 28,73% a causa de morte fosse registrada de forma equivocada sem possibilidade de correção sem uma auditoria do prontuário do paciente. A experiência internacional mostra a importância de realizar estudos sistemáticos de validação dos atestados de óbito, bem como sobre o impacto que algumas intervenções educativas simples para médicos têm na melhoria do registro. Conclusões: este estudo permitiu detectar inconsistências na informação registrada nos atestados de óbito examinados e os prontuários dos pacientes. Os erros irreparáveis na determinação da causa de morte (sem uma auditoria com o prontuário do paciente) chegaram a 28,73% dos atestados. Além disso, em 53,52% foram encontrados erros passíveis de correção. Foram detectados erros pontuais no manejo médico-legal do atestado de óbito.

Palabras clave : DEATH CERTIFICATES.

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