Scielo RSS <![CDATA[Enfermería: Cuidados Humanizados]]> http://www.scielo.edu.uy/rss.php?pid=2393-660620260002&lang=pt vol. 15 num. 2 lang. pt <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.edu.uy/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.edu.uy <![CDATA[Competências culturais na prática da enfermagem intrahospitalar: experiências de profissionais em La Araucanía, Chile]]> http://www.scielo.edu.uy/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2393-66062026000201201&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: Introducción: La diversidad cultural en el ámbito hospitalario complejiza la comunicación terapéutica, el vínculo enfermero-paciente y la toma de decisiones clínicas. Las competencias culturales son esenciales para la calidad asistencial en entornos culturalmente diversos. Objetivo: Analizar la incorporación de competencias culturales en el cuidado de profesionales de enfermería en servicios intrahospitalarios del sur de Chile. Metodología: Estudio cualitativo de diseño fenomenológico descriptivo. Se realizó muestreo intencionado hasta saturación con siete enfermeros de La Araucanía. Se aplicaron entrevistas semiestructuradas validadas por juicio experto, analizadas mediante reducción y transformación de datos. Resultados: Los participantes reconocen deficiencias en conocimiento cultural, atribuidas a la falta de formación intercultural formal y de protocolos institucionales. La sensibilidad cultural es la dimensión más desarrollada, expresada en respeto, empatía y adaptación a creencias culturales y espirituales. Las habilidades culturales se limitan a estrategias informales ante barreras lingüísticas y comunicacionales. Persisten desafíos para brindar cuidados culturalmente congruentes y estandarizados. Conclusiones: Los profesionales perciben que la incorporación de competencias culturales es insuficiente. El estudio aporta evidencia empírica sobre brechas formativas e institucionales que limitan el cuidado culturalmente competente, fundamentando la necesidad de fortalecer la formación intercultural en el pregrado, diseñar protocolos culturales institucionales y avanzar desde un modelo biomédico monocultural hacia un enfoque transcultural en la práctica clínica<hr/>Resumo: Introdução: A diversidade cultural no contexto hospitalar torna mais complexa a comunicação terapêutica, o vínculo enfermeiro-paciente e a tomada de decisões clínicas. As competências culturais são essenciais para a qualidade dos cuidados em ambientes culturalmente diversos. Objetivo: Analisar a incorporação de competências culturais no cuidado prestado por profissionais de enfermagem em serviços intrahospitalares do sul do Chile. Metodologia: Estudo qualitativo de delineamento fenomenológico descritivo. Foi realizada amostragem intencional até a saturação dos dados com sete enfermeiros da região de La Araucanía. Aplicaram-se entrevistas semiestruturadas validadas por julgamento de especialistas, analisadas por meio de redução e transformação dos dados. Resultados: Os participantes reconhecem deficiências em conhecimentos culturais, atribuídas à falta de formação intercultural formal e de protocolos institucionais. A sensibilidade cultural é a dimensão mais desenvolvida, expressa por meio do respeito, da empatia e da adaptação às crenças culturais e espirituais. As habilidades culturais limitam-se a estratégias informais diante de barreiras linguísticas e comunicacionais. Persistem desafios para a oferta de cuidados culturalmente congruentes e padronizados. Conclusões: Os profissionais percebem que a incorporação de competências culturais é insuficiente. O estudo fornece evidências empíricas sobre lacunas formativas e institucionais que limitam a prestação de cuidados culturalmente competentes, fundamentando a necessidade de fortalecer a formação intercultural na graduação, desenvolver protocolos culturais institucionais e avançar de um modelo biomédico monocultural para um enfoque transcultural na prática clínica<hr/>Abstract: Introduction: Cultural diversity in the hospital setting complicates therapeutic communication, the nurse-patient relationship, and clinical decision-making. Cultural competencies are essential for quality care in culturally diverse settings. Objective: To analyse the incorporation of cultural competencies into nursing care in hospital settings in southern Chile. Methodology: A qualitative study using a descriptive phenomenological design. Purposive sampling was conducted until saturation was reached with seven nurses from La Araucanía. Semi-structured interviews validated by expert judgment were administered and analysed through data reduction and transformation. Results: Participants acknowledge deficiencies in cultural knowledge, attributed to a lack of formal intercultural training and institutional protocols. Cultural sensitivity is the most developed dimension, expressed through respect, empathy, and adaptation to cultural and spiritual beliefs. Cultural skills are limited to informal strategies for addressing linguistic and communication barriers. Challenges persist in providing culturally congruent and standardized care. Conclusions: Professionals perceive that the integration of cultural competencies is insufficient. The study provides empirical evidence of training and institutional gaps that limit culturally competent care, underscoring the need to strengthen intercultural training at the undergraduate level, design institutional cultural protocols, and move from a monocultural biomedical model toward a transcultural approach in clinical practice.