Scielo RSS <![CDATA[Páginas de Educación]]> http://www.scielo.edu.uy/rss.php?pid=1688-746820260001&lang=pt vol. 19 num. 1 lang. pt <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.edu.uy/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.edu.uy <![CDATA[Subjective Theories on School Violence and School Climate in Chilean Newspaper Editorials after the Pandemic]]> http://www.scielo.edu.uy/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1688-74682026000101201&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: Tras más de 200 días de clases remotas en Chile, en el retorno a la presencialidad post-COVID-19 hubo la percepción de un aumento de agresiones verbales y físicas en establecimientos educativos, que afectaron la convivencia escolar (CE). Se presentó, a su vez, un aumento de denuncias por violencia escolar (VE), situación que fue ampliamente divulgada por la prensa. En ella, las editoriales actúan como discursos públicos que pueden poseer un fuerte peso explicativo sobre temas de contingencia nacional. El objetivo de este artículo es reconstruir las teorías subjetivas (TS) en editoriales de dos diarios de circulación nacional en 2022. Es un estudio cualitativo que utiliza procedimientos de la teoría fundamentada en dos etapas: codificación abierta y axial. Los resultados muestran que los diarios describen a la pandemia como causa y condición principal de las dificultades de CE y VE. Las editoriales atribuyen las causas de la VE a los efectos de la pandemia en los niños, niñas y adolescentes, así como a la carencia de regulación disciplinar de los establecimientos. Las soluciones que proponen son adultocéntricas y están basadas principalmente en la implementación de políticas institucionales<hr/>Abstract: After more than 200 days of remote learning in Chile, the return to in-person classes after COVID-19 was marked by verbal and physical aggression in educational establishments, which affected school climate (SC). Reports of school violence (SV) increased, a phenomenon widely covered by the press. Editorials, as opinion journalism, constitute public discourses that can exert significant explanatory influence on issues of national relevance. This article aims to reconstruct the subjective theories (ST) present in editorials from two national newspapers published in 2022. This qualitative study applies grounded theory procedures in two stages: open coding and axial coding. The results show that the newspapers portray the pandemic as the primary cause and contextual condition underlying the difficulties related to SC and SV. The editorials attribute the causes of SV to the pandemic’s effects on children and adolescents, as well as to the lack of disciplinary regulation within schools. The proposed solutions are adult-centered and rely mainly on the implementation of institutional policies<hr/>Resumo: Após mais de 200 dias de aulas remotas no Chile, no retorno à presencialidade pós-COVID-19, percebeu-se um aumento de agressões verbais e físicas em estabelecimentos educativos, que afetaram a convivência escolar (CE). Apresentou-se, por sua vez, um aumento de denúncias por violência escolar (VE), situação que foi amplamente divulgada pela imprensa. Nela, os editoriais atuam como discursos públicos que podem ter um forte peso explicativo sobre temas de contingência nacional. O objetivo deste artigo é reconstruir as teorias subjetivas (TS) em editoriais de dois jornais de circulação nacional em 2022. Trata-se de um estudo qualitativo que utiliza procedimentos da teoria fundamentada em duas etapas: codificação aberta e axial. Os resultados mostram que os jornais descrevem a pandemia como causa e condição principal das dificuldades de CE e VE. Os editoriais atribuem as causas da VE aos efeitos da pandemia em crianças e adolescentes, assim como à carência de regulação disciplinar dos estabelecimentos. As soluções que propõem são adultocêntricas e baseadas principalmente na implementação de políticas institucionais <![CDATA[Relação entre atribuições causais e desempenho acadêmico: revisão sistemática seguindo critérios PRISMA]]> http://www.scielo.edu.uy/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1688-74682026000101202&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: El rendimiento académico está influido por factores psicosociales y motivacionales, entre los cuales las atribuciones causales resultan centrales para comprender cómo los estudiantes explican logros y fracasos. Esta revisión sistemática analizó la relación entre atribuciones causales y desempeño académico considerando variables mediadoras y moderadoras, así como distintos niveles educativos. El estudio se realizó bajo las directrices PRISMA, con una búsqueda en Web of Science (n = 183), Scopus (n = 208) y SciELO (n = 40), se identificaron 431 registros. Tras eliminar duplicados y aplicar criterios de selección mediante Rayyan, se incluyeron 27 estudios con 17.752 participantes, desde educación básica hasta superior. Los resultados muestran que un locus de control interno y atribuciones centradas en el esfuerzo y la capacidad se asocian con mayor rendimiento, motivación, autoeficacia y resiliencia; mientras que las atribuciones externas -como la suerte, la dificultad de la tarea o la responsabilidad de otros- se vinculan con bajo desempeño y mayor riesgo de abandono escolar. Se observaron diferencias de género: las mujeres presentan mayor control interno y resiliencia; mientras que los varones atribuyen sus logros principalmente al esfuerzo y la calidad docente. Además, variables mediadoras -como autoeficacia, autoconcepto académico, resiliencia y estrategias de autorregulación- y moderadoras -como género, edad, modalidad de estudio y contexto de vulnerabilidad- inciden de forma significativa en esta relación. En conclusión, los hallazgos evidencian la necesidad de promover intervenciones psicoeducativas que favorezcan estilos atribucionales internos y adaptativos, especialmente en estudiantes en situación de vulnerabilidad o con necesidades educativas especiales<hr/>Abstract: Academic performance is influenced by psychosocial and motivational factors, among which causal attributions are central to understanding how students explain successes and failures. This systematic review examined the relationship between causal attributions and academic performance, taking into account mediating and moderating variables, as well as different educational levels. The study was conducted following PRISMA guidelines, with searches in Web of Science (n = 183), Scopus (n = 208), and SciELO (n = 40), yielding 431 records. After removing duplicates and applying selection criteria using Rayyan, 27 studies including 17,752 participants, across primary to higher education levels, were retained. Results indicate that an internal locus of control and attributions focused on effort and ability are associated with higher performance, motivation, self-efficacy, and resilience, whereas external attributions-such as luck, task difficulty, or others’ responsibility-are linked to lower performance and an increased risk of school dropout. Gender differences were observed: women exhibited greater internal control and resilience, while men attributed their achievements primarily to effort and teaching quality. Additionally, mediating variables such as self-efficacy, academic self-concept, resilience, and self-regulation strategies, and moderating variables such as gender, age, mode of study, and contexts of vulnerability, significantly influence this relationship. In conclusion, the findings highlight the need to promote psychoeducational interventions that foster internal and adaptive attributional styles, particularly for students in vulnerable situations or with special educational needs<hr/>Resumo: O desempenho acadêmico é influenciado por fatores psicossociais e motivacionais, entre os quais as atribuições causais são centrais para compreender como os estudantes explicam êxitos e fracassos. Esta revisão sistemática examinou a relação entre atribuições causais e desempenho acadêmico, considerando variáveis mediadoras e moderadoras, assim como diferentes níveis educacionais. O estudo foi realizado sob as diretrizes PRISMA, com buscas no Web of Science (n = 183), Scopus (n = 208) e SciELO (n = 40), resultando em 431 registros. Após a eliminação de duplicados e a aplicação de critérios de seleção por meio do programa Rayyan, foram incluídos 27 estudos com 17.752 participantes, do ensino básico ao superior. Os resultados indicam que um locus de controle interno e atribuições centradas no esforço e na capacidade associam-se a melhor desempenho, motivação, autoeficácia e resiliência; enquanto as atribuições externas -como a sorte, a dificuldade da tarefa ou a responsabilidade de outros- vinculam-se a baixo desempenho e maior risco de abandono escolar. Observaram-se diferenças de gênero: as mulheres apresentam maior controle interno e resiliência; enquanto os homens atribuem seus êxitos principalmente ao esforço e à qualidade docente. Além disso, variáveis mediadoras -como autoeficácia, autoconceito acadêmico, resiliência e estratégias de autorregulação- e moderadoras -como gênero, idade, modalidade de estudo e contexto de vulnerabilidade- influenciam de forma significativa nessa relação. Em conclusão, os resultados evidenciam a necessidade de promover intervenções psicoeducativas que favoreçam estilos atribucionais internos e adaptativos, especialmente em estudantes em situação de vulnerabilidade ou com necessidades educacionais especiais <![CDATA[O bem-estar do professorado do ensino superior: uma revisão sistemática]]> http://www.scielo.edu.uy/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1688-74682026000101203&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Resumen: El bienestar en la educación ha adquirido relevancia en los últimos años, especialmente por su impacto en la calidad de los sistemas educativos. En el contexto de la educación superior, el bienestar del profesorado ha recibido menor atención en comparación con el bienestar docente de niveles educativos previos. Este estudio tiene como propósito identificar los aspectos del bienestar del profesorado universitario más abordados en la literatura científica, así como los factores que lo promueven o inhiben. Se presenta una revisión sistemática con base en la guía PRISMA, en las bases de datos Scopus, WoS, SciELO y Dialnet. Se incluyeron artículos publicados entre 2015 y 2025, en inglés, español y portugués. Después de aplicar criterios de inclusión y exclusión, se analizaron 23 artículos. En general, los estudios se centran en el profesorado sin especificar su función, a excepción de algunos que abordan la función docente e investigadora, sin considerar la de gestión o extensión. Los resultados evidencian que la función docente, el bienestar mental y las condiciones laborales son las áreas más exploradas. Entre los factores promotores destacan la satisfacción, el compromiso laboral y el bienestar psicológico; entre los inhibidores, el estrés, agotamiento, sobrecarga y dificultades sociales. Se destaca la necesidad de profundizar en el bienestar del profesorado universitario desde una perspectiva específica e integral, considerando la complejidad de su perfil. Los hallazgos orientan futuras investigaciones y aportan luz al desarrollo de políticas institucionales que promuevan entornos laborales saludables en la educación superior<hr/>Abstract: Well-being in education has gained relevance in recent years, particularly due to its impact on the quality of educational systems. In the context of higher education, faculty well-being has received less attention compared to teacher well-being at earlier levels of education. This study aims to identify the aspects of university faculty well-being most frequently addressed in the scientific literature, as well as the factors that promote or inhibit it. A systematic review based on PRISMA guidelines was conducted using the Scopus, Web of Science, SciELO, and Dialnet databases. Articles published between 2015 and 2025 in English, Spanish, and Portuguese were included. After applying inclusion and exclusion criteria, 23 articles were analyzed. In general, the studies focus on faculty without specifying their role, except for some that address teaching and research functions, without considering administrative or outreach responsibilities. The results show that teaching activities, mental well-being, and working conditions are the most explored areas. Promoting factors include satisfaction, work engagement, and psychological well-being, whereas inhibiting factors include stress, burnout, work overload, and social difficulties. The findings highlight the need for further research on university faculty well-being from a specific and comprehensive perspective, considering the complexity of their professional profile. These results inform future research and contribute to the development of institutional policies aimed at promoting healthy work environments in higher education<hr/>Resumo: O bem-estar na educação ganhou relevância nos últimos anos, especialmente por seu impacto na qualidade dos sistemas educacionais. No contexto do ensino superior, o bem-estar do corpo docente tem recebido menos atenção em comparação com o bem-estar dos professores dos níveis de ensino anteriores. Este estudo tem como propósito identificar os aspectos do bem-estar do professorado universitário mais abordados na literatura científica, bem como os fatores que o promovem ou inibem. Apresenta-se uma revisão sistemática com base no guia PRISMA, nas bases de dados Scopus, WoS, SciELO e Dialnet. Foram incluídos artigos publicados entre 2015 e 2025, em inglês, espanhol e português. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram analisados 23 artigos. Em geral, os estudos centram-se no professorado sem especificar sua função, com exceção de alguns que abordam a função docente e investigadora, sem considerar a de gestão ou extensão. Os resultados evidenciam que a função docente, o bem-estar mental e as condições de trabalho são as áreas mais exploradas. Entre os fatores promotores, destacam-se a satisfação, o compromisso profissional e o bem-estar psicológico; entre os inibidores, o estresse, o esgotamento, a sobrecarga e as dificuldades sociais. Destaca-se a necessidade de aprofundar o estudo do bem-estar do professorado universitário a partir de uma perspectiva específica e integral, considerando a complexidade de seu perfil. Os achados orientam pesquisas futuras e lançam luz sobre o desenvolvimento de políticas institucionais que promovam ambientes de trabalho saudáveis no ensino superior