Scielo RSS <![CDATA[Revista de Derecho (Universidad Católica Dámaso A. Larrañaga, Facultad de Derecho)]]> http://www.scielo.edu.uy/rss.php?pid=2393-619320260001&lang=es vol. num. 32 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.edu.uy/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.edu.uy <![CDATA[Prohibición de ejercicio de profesiones y actividades relacionadas para directores de Entes Autónomos y Servicios Descentralizados: un análisis constitucional]]> http://www.scielo.edu.uy/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2393-61932026000101401&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen: Se ensaya una interpretación del inciso tercero del artículo 200 de la Constitución uruguaya, que establece que los directores generales, miembros de directorios o de consejos directivos de entes autónomos o servicios descentralizados tienen prohibido ejercer simultáneamente profesiones o actividades que se relacionen con el sujeto de derecho público que dirigen. En ese sentido, se determina el alcance de la prohibición referida y se analizan las consecuencias que se generan ante su incumplimiento. Se descarta que la norma consigne una incompatibilidad en sentido estricto. Se argumenta que para la configuración de la prohibición es necesaria la existencia de una relación jurídica o de competencia y se presentan criterios de determinación de la vinculación indirecta -también alcanzados por la disposición-. Por último, ante la ausencia de previsión de una consecuencia jurídica específica ante el ejercicio de la práctica vedada, resulta aplicable la normativa general sobre infracciones disciplinarias cometidas por miembros de órganos de dirección de Entes Autónomos y Servicios Descentralizados. Sin perjuicio de la responsabilidad civil o penal que pueda generarse, se sostiene que compete al Poder Ejecutivo, sujeto a la ratificación o venia de la Cámara de Senadores -según el caso-, la apreciación de la ilegitimidad y, eventualmente, la aplicación de una sanción, de conformidad con lo dispuesto en los artículos 197 y 198 de la Constitución<hr/>Abstract: This article offers an interpretation of the third paragraph of Article 200 of the Uruguayan Constitution, which establishes that general directors, members of boards of directors, or members of executive councils of autonomous entities or decentralized services are prohibited from simultaneously practicing professions or engaging in activities related to the public-law entity they direct. In this regard, the scope of the prohibition is determined and the consequences of non-compliance are analyzed. It is ruled out that the provision establishes an incompatibility in the strict sense. It is argued that, for the prohibition to apply, there must be a legal or jurisdictional relationship, and criteria for determining indirect relationships-also covered by the provision. Finally, in the absence of a specific legal consequence for engaging in the prohibited activity, the general regulations governing disciplinary offenses committed by members of the management bodies of Autonomous Entities and Decentralized Services are applicable. Without prejudice to any civil or criminal liability that may arise, it is argued that it falls to the Executive Branch, subject to ratification or approval by the Senate-as the case may be-to assess the illegality and, where appropriate, impose a sanction, in accordance with the provisions of Articles 197 and 198 of the Constitution<hr/>Resumo: Propõe-se uma interpretação do inciso terceiro do artigo 200 da Constituição uruguaia, que estabelece que os diretores gerais, membros de diretorias ou de conselhos diretivos de entidades autônomas ou serviços descentralizados estão proibidos de exercer simultaneamente profissões ou atividades que se relacionem com o sujeito de direito público que dirigem. Nesse sentido, determina-se o alcance da referida proibição e analisam-se as consequências decorrentes do seu descumprimento. Descarta-se que a norma consigne uma incompatibilidade em sentido estrito. Argumenta-se que, para a configuração da proibição, é necessária a existência de uma relação jurídica ou de concorrência, e apresentam-se critérios de determinação da vinculação indireta, -também abrangidos pela disposição-. Por fim, diante da ausência de previsão de uma consequência jurídica específica perante o exercício da prática vedada, aplica-se a normativa geral sobre infrações disciplinares cometidas por membros de órgãos de direção de Entidades Autônomas e Serviços Descentralizados. Sem prejuízo da responsabilidade civil ou penal que possa ser gerada, sustenta-se que compete ao Poder Executivo, sujeito à ratificação ou anuência da Câmara de Senadores -conforme o caso-, a apreciação da ilegitimidade e, eventualmente, a aplicação de uma sanção, de acordo com o disposto nos artigos 197 e 198 da Constituição